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Avançado do Basaksehir revela mais pormenores sobre relacionamento difícil
A riqueza acumulada por Emmanuel Adebayor ao longo da carreira quase que se transformou numa maldição devido à ganância de familares próximos. A situação chegou a um ponto em que o avançado togolês terá equacionado o suicídio.
"Senti vontade de me matar muitas vezes e mantive sempre isso em segredo anos a fio. Sinto-me mal por as coisas terem chegado a este ponto, mas fico aliviado por falar sobre isto", adiantou Adebayor em declarações ao site da revista francesa 'So Foot', revelando mais pormenores sobre a relações familiares conturbadas que vive, depois de em 2014 ter sugerido que a mãe lhe tinha rogado uma praga e que um dos irmãos, Rotimi, lhe roubara vários pertences.
"A minha carreira de futebolista chegará ao fim dentro de três ou quatro anos, mas o meu nome de família continuará comigo para sempre - bem como todas as pessoas. Tudo se torna difícil de suportar quando estás a trabalhar no duro de forma a tirares a tua família da pobreza e ainda assim eles se colocam contra ti. Disse sempre aos meus irmãos mais novos que somos manipulados pelas nossas famílias", acrescentou o avançado, encerrando:
"Mudei de número de telefone várias vezes de forma a que a minha família não me pudesse contactar. Eles telefonavam-me não para saber como é que eu estava e sim para exigir dinheiro. Foi assim quando me lesionei ao serviço do Tottenham: telefonaram quando estava a fazer um exame para saberem se eu podia pagar a escolha dos filhos - ao menos que me perguntassem primeiro como estava a minha saúde!'"
Depois de representar vários clubes de topo como Monaco, Arsenal, Manchester City, Real Madrid e Tottenham, Adebayor está agora ao serviço dos turcos do Basaksehir.
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