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Presidente da UEFA explica como Portugal recebeu final pelo segundo ano seguido
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Record - Como surgiu decisão de fazer a final da Champions no Porto? A Inglaterra queria receber a final, foi uma guerra dura?
AC – Não houve guerra. Lamento muito pelos adeptos turcos e pela federação turca, porque ficaram sem a final pelo segundo ano consecutivo. Mas para eles será melhor ter com ‘fan zones’ e a festa adequada. Quando vimos que o governo do Reino Unido colocou a Turquia na lista vermelha e que as duas equipas eram inglesas, tínhamos de fazer alguma coisa. Depois do que se passou no último ano, e porque o futebol é para os adeptos, tínhamos de ter a certeza que os adeptos podiam estar na final. Havia grandes restrições sobre entradas no Reino Unido, tínhamos obrigações contratuais, e decidimos que não podíamos fazer a final lá. Graças a Deus, o Fernando [Gomes] e o Tiago [Craveiro] ligaram e disseram ‘Se precisares de ajuda, estamos prontos’. Fiquei impressionado com eles, com o primeiro-ministro, com o ministro do Desporto [Tiago Brandão Rodrigues, ministro da Educação, com a tutela do Desporto]… Foram exemplares.
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