André Villas-Boas: «Fui abordado para treinar uma seleção do Mundial mas decidi ficar por aqui»

Treinador português frisou que não pode falar do futuro e que por agora prefere concentrar-se na família

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• Foto: José Gageiro/Movephoto

André Villas-Boas assumiu concordar com a continuidade de Sérgio Conceição no comando técnico do FC Porto e voltou a referir que pretende ser presidente dos dragões no futuro.

"Claro que concordo, estou bastante agradado e aliviado que assim seja. O Sérgio é um grande vencedor e o obreiro destes títulos, juntamente com a estrutura e os jogadores. Tem uma visão vincada e um estilo próprio e que alimenta o portismo que há nele e que tem presente, o que o torna um líder único e de referência para o FC Porto. Dentro desse estilo tem conseguido muito sucesso e é o que transmite aos jogadores de forma apaixonada. Reflete o amor que tem pelo clube e pelo FC Porto", frisou à Sport TV, à margem de uma ação solidária promovida por Miguel Oliveira, em Almada.

"Objetivo de suceder a Pinto da Costa? Vamos ver, cada coisa a seu tempo, mas nunca escondi essa ambição. Não a preciso de renovar", vincou, dizendo ainda que não pode falar sobre o futuro. No entanto, André Villas-Boas revelou que recebeu um convite.

"Este tempo de paragem tem servido de preparação para outros projetos de pensamento e de união familiar. Recentemente fui abordado para treinar uma seleção do Mundial, mas decidi ficar por aqui e continuar focado na profissão e na família", contou o técnico luso, que ainda abordou o facto de os clubes ingleses terem comprado alguns jogadores de clubes portugueses nas últimas épocas.

"O poder de compra dos ingleses é cada vez maior e consegue bater cláusulas. Assim eles conseguem fazer este tipo de compras e 'roubar' os melhores talentos. Acontece ao longo do anos e com frequência, as finanças assim o obrigam. O domínio sobre os campeonato periféricos é cada vez maior. O maior problema é quando os ingleses antecipam as compras que os portugueses deviam fazes nos campeonato argentino e brasileiro, que mais alimentam o português nas últimas épocas. Não me surpreende. Inglaterra tem sido o maior comprador de talento português", relatou.

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