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Pegou na equipa em 2011 e levou-a do 4.º ao 1.º escalão em épocas sucessivas...
Após um percurso notável como treinador, no qual conseguiu três subidas de divisão consecutivas, o ex-internacional russo Dmitry Alenichev estreia-se hoje ao comando do Arsenal Tula no principal escalão russo. A apadrinhá-lo terá um velho conhecido, André Villas-Boas, com quem trabalhou no FC Porto – o agora técnico do Zenit era adjunto de José Mourinho e o médio uma das figuras da equipa, marcando mesmo um dos golos na final da Champions conquistada pelos dragões em 2004.
“A última vez que estive com Villas-Boas foi há dez anos quando o FC Porto ganhou a Liga dos Campeões. Eu era jogador dos dragões e ele adjunto de Mourinho. Desde então, com muita pena minha, nunca nos cruzámos e estou muito feliz por ter agora esta oportunidade”, lembrou Alenichev em entrevista à Radio Zenit, revelando ainda que realizou em dezembro um estágio no Chelsea, não escondendo a influência de José Mourinho na sua forma de trabalhar. Ainda assim, frisou que procura sempre algo mais. “Tento não me focar no trabalho dos outros profissionais, porque acredito que todos os treinadores têm de colocar ao serviço do coletivo algo de si próprios”, frisou o técnico de 41 anos.
Imparável
Se como jogador teve no FC Porto os seus melhores momentos – em quatro épocas nos dragões conquistou oito troféus, incluindo a Taça UEFA e a Champions –, Alenichev começou por baixo a carreira de treinador mas tem mostrado serviço. Após dois anos na seleção russa de sub-18, o antigo médio assumiu o comando do Arsenal Tula em 2011, no 4.º escalão, e tem estado imparável. Logo na primeira época, subiu de divisão, um feito que repetiria nos dois anos seguintes: em 2013/14 ficou em 2.º lugar na 2.ª Liga e garantiu o acesso à elite. “É interessante que o primeiro jogo na 1.ª Liga seja frente ao vice-campeão Zenit, uma das equipas mais fortes, senão a mais forte”, adiantou o técnico, frisando porém que “não se trata de um encontro decisivo” e que “a vitória vale sempre três pontos qualquer que seja o adversário”.
Juventude
Quanto aos objetivos para esta época, o ex-portista rejeita falar de uma posição específica na tabela. “A minha meta é que falem do Arsenal como uma equipa espetacular. Se conseguirmos que os especialistas e os adeptos falem de nós pela qualidade do nosso jogo, alcançaremos o nosso objetivo. Quanto aos resultados, logo se verá no final”, adiantou, lembrando que tem às ordens “um grupo de jovens muito prometedores”. Aliás, trata-se de uma equipa onde o montenegrino Kascelan é o único estrangeiro e o guarda-redes Filimonov o jogador de maior renome, embora já com 40 anos.
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