Arsène Wenger projeta revolução no futebol: até a limitação dos cabeceamentos sugeriu

Consultor da FIFA lança algumas ideias

• Foto: Reuters

Arsène Wenger, ex-treinador do Arsenal e atualmente consultor da FIFA, deixou algumas ideias no mínimo revolucionárias para o futebol nos próximos anos. Desde o formato das competições ao fim dos... cabeceamentos (pelo menos) na formação, numa altura em que as concussões são cada vez mais um tema.

"Na FIFA estamos muito atentos ao jogo de cabeça e aos traumatismos que podem causar. Ainda sabemos pouco sobre potenciais problemas celebrais. Hoje, digo para mim mesmo que provoquei problemas [aos jogadores] nos treinos. Quando penso em todas as sessões de jogo aéreo... Devemos limitar aos poucos o tempo dedicado aos cabeceamentos nos treinos. E proibi-lo na formação. Quanto ao futebol sénior, não sei... mas há que estar muito atento às consequências. Há que pensar em regras específicas nesta área do jogo", disse o antigo técnico francês numa entrevista ao 'Le Parisien'.

A intensa carga competitiva, com cada vez mais jogos, também constitui um alerta e Wenger deixou novas ideias: "É razoável, numa altura em que devemos ser ecologicamente responsáveis, multiplicar as viagens internacionais? É preciso reorganizar as datas internacionais. Uma das soluções seria organizar o Mundial e o Europeu de dois em dois anos e parar o resto."

Numa altura em que, precisamente, estas duas provas aumentam o número de participantes (o Mundial'2026 terá 48 seleções), Wenger sugere uma alteração para dar maior competitividade: "Começar com 16 grupos de três fará com que, num instante, chegues aos jogos a eliminar. O nível geral sobe rapidamente."

Por Record
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