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Selecionador guineense em entrevista
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R - No fim do jogo em casa com a Zâmbia, que encaminhou o apuramento, sentiu-se mal e teve de ser transportado para o hospital. Foi só a emoção do momento?
BC – Foi a emoção e o cansaço que me levaram para o hospital. Aconteceu depois da jornada dupla com a Zâmbia, primeiro jogámos fora e demorámos 16 horas para lá chegar. Quando chegámos, soube que os jogadores que vinham de Portugal não tinham autorização para entrar no país. O jogo era numa quarta-feira e eles na terça-feira ainda estavam em Portugal. Seis titulares! Acabaram por chegar a tempo de jogar, mas nem treinaram e perdemos. Tínhamos de voltar logo para a Guiné porque o outro jogo era no sábado, mas não nos deixavam sair da Zâmbia. Só conseguimos chegar na véspera do jogo e começámos logo a perder. Depois demos a volta e, no final, não aguentei.
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