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Carlos Queiroz diz que ficou sem "uma fortuna", naquilo que apelida de "fraude", ao mesmo tempo que lembrou a polémica do controlo antidoping na Covilhã...
Carlos Queiroz não se conforma com o sucedido no Grupo Espírito Santo, onde diz ter perdido muito dinheiro. O selecionador do Irão usou mesmo a ironia para recordar uma situação passada consigo.
"Começo a achar que a única coisa que é crime neste país é um treinador dizer dois ou três palavrões a alguém às sete da manhã", referiu o técnico à TVI24, aludindo ao episódio em que foi punido por perturbar um controlo antidoping na Covilhã, num estágio antes do Mundial da África do Sul, quando era selecionador nacional.
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Queiroz diz que foi alvo de uma "armadilha", em que foi retirada da sua conta "uma fortuna": como diz o próprio, "mais de metade da minha vida de trabalho para os senhores da Rioforte".
"Pelos padrões de vida que tenho, são mais de quinze anos da minha reforma que desapareceram de um dia para o outro. Este é um país de impunidade, que assobia para o lado. Depois de se ter passado em Portugal o caso BPN, como é possível que, meia dúzia de anos depois, possa acontecer isto com o BES?", interrogou.
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