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Depois da estreia numa fase final de um Mundial no Brasil – onde terminou no último lugar do Grupo F, com apenas um ponto – a seleção do Irão já está de olhos postos na Taça da Ásia, que disputa em janeiro na Austrália. A estagiar em Portugal – onde deverá fazer jogos-treino com o Estoril e o Benfica –, antes do particular frente à Venezuela, o selecionador Carlos Queiroz traçou os objetivos para o futuro, mas antes explicou as razões que o levaram a renovar o contrato com a federação iraniana já depois de ter anunciado a saída no passado mês de junho.
“Naquela altura os meus planos era outros, mas dada a insistência, a vontade e o apoio de todos os jogadores e adeptos, senti-me lisonjeado e orgulhoso com o convite para continuar”, começou por dizer a Record, apresentando dois motivos: “Primeiro, porque é importante ter trabalho, vê-lo reconhecido e saber que as pessoas desejam que continuemos a prestar os nossos serviços. Segundo, porque é um orgulho, tendo em conta que, normalmente, após uma grande competição internacional, Europeu ou Mundial, 60 ou 70% dos treinadores perdem o seu trabalho. É um motivo de prestígio para mim.”
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Metas traçadas
Apesar de admitir que o grande objetivo para o futuro é a presença no Mundial’2018, Carlos Queiroz quer preparar da melhor forma a seleção iraniana para a Taça da Ásia, competição na qual ambiciona “alcançar o quadro de honra”. “Queremos chegar às meias-finais. Depois vamos procurar atingir a final e ganhar”, garantiu, sublinhando que a tarefa está longe de ser fácil: “No Brasil ninguém esperava nada de nós, agora as expectativas são enormes. Vai ser uma batalha mais difícil, até porque equipas como o Japão, a Coreia do Sul e a Austrália estão significativamente à nossa frente.”
Para esta edição da Taça da Ásia Carlos Queiroz conta com “14 dos 24 jogadores que estiveram no Brasil”. “Os mais recentes elementos da equipa estão todos na casa dos 20 e poucos anos. Vamos tentar aliar o talento à experiência adquirida no Mundial”, revelou, antes de finalizar: “Depois de conseguirmos consolidar uma equipa para a prova na Austrália, vamos iniciar o ataque à qualificação para o Mundial’2018.”
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