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Evento foi preparado com o máximo de secretismo, mas a fuga de informação deu-se mesmo horas antes da Gala da Bola de Ouro
Depois de Cristiano Ronaldo e Lionel Messi terem centrado atenções durante largos anos na corrida pela Bola de Ouro, a eleição deste ano ganhou especial interesse por se tratar de uma das mais niveladas e renhidas dos últimos tempos, mas todo o suspense caiu por terra quando se soube, ao início da tarde desta segunda-feira, que a comitiva do Real Madrid havia cancelado a viagem para Paris após saber que Vinícius Jr não iria ser distinguido, ao contrário do que era amplamente expectável, e que o prémio seria entregue a Rodri, médio espanhol do Manchester City. O verniz estalou horas antes da Gala ao ser revelado um dos segredos mais bem guardados no mundo do futebol, tanto que, segundo a Marca, só havia uma pessoa que sabia de tudo. Trata-se de Vincent García, editor-chefe do jornal L'Équipe e responsável máximo pela organização do evento.
O objetivo era que os candidatos a melhor jogador do mundo viajassem às cegas e se sentassem no Teatro Châtelet, em Paris, sem saber quem era o vencedor. A própria organização do evento foi elaborada de forma diferente: foram preparadas dez entrevistas com possíveis vencedores e o clube do jogador distinguido nem sequer foi avisado, como é costume. Tudo para evitar precisamente uma fuga semelhante que deitasse por terra todo o suspense.
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A certa altura, Vincent García justificou desta forma o porquê da Gala deste ano ter sido produzida com outro cuidado. "O vencedor pode contar ao seu agente, à sua família, ao seu cabeleireiro… Queríamos limitar este risco não revelando o segredo a ninguém", confessou recentemente. O próprio Didier Drogba, protagonista neste tipo de cerimónias nos últimos anos, também admitiu ao L'Équipe que o evento deste ano foi marcado por muito secretismo: "Antes, quando o vencedor chegava à sala ficava sentado à nossa frente completamente relaxado. Ele levantava-se quase de forma mecânica quando ouvia o seu nome. Ele estava com sua mulher e filhos e os outros jogadores geralmente estavam sozinhos, algo que dava nas vistas. Agora os rostos serão iguais."
Vincent García confessou recentemente que estava a ser exercida alguma pressão por parte de certas personalidades para se saber quem era o vencedor, mas fez questão de sublinhar que o rígido plano seria para cumprir e que ninguém saberia antes da hora. Agora, segundo se percebe, o editor-chefe de L'Équipe terá quebrado perante a insistência de clubes e agentes.
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