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Alfredo di Stéfano é um ícone do futebol mundial. Para aqueles que o viram jogar nos anos 50 e 60, poucos têm dúvida sobre a grandeza do argentino, superior inclusive a Pelé e Maradona.
Em Madrid, onde conquistou a admiração de todos e mais alguns com a camisola do Real, ele é Don Di Stéfano, o primeiro jogador a conquistar duas Bolas de Ouro da “France Football”, em 1957 e 1959, a primeira delas há precisamente 50 anos!
A efeméride proporcionou duas páginas de entrevista do jornal espanhol “Marca” ao presidente honorário do Real Madrid, que não tem carteira nem agenda telefónica. “E sabes porquê? Quando tinha 30 anos [ndr – agora tem 81], levava sempre uma agenda no bolso, juntamente com as cigarrilhas. Uma vez, tirei as cigarrilhas mais o isqueiro e... Bem, o resto é fácil de perceber. Por isso, agora não levo nada no bolso.”
Futebol a toda a hora
“Não passa um só dia sem ver um jogo de futebol ou resumos de qualquer liga. Se não for a espanhola, é a inglesa, a colombiana ou a argentina. Sempre fui um amante deste deporto, sempre fui trabalhador da bola e ainda respiro futebol.”
Antigalácticos
“Naqueles tempos, e falo de final dos anos 50, o nosso presidente Santiago Bernabéu não nos permitia dar a sensação de riqueza. Quanto muito, o clube dava dinheiro aos jogadores para ajudá-los a pagar um apartamento, mas proibia-nos de ter um automóvel. Por muito que se fala, a verdade é que o Santiago Bernabéu sempre quis passar a mensagem do Real Madrid como equipa do povo, e as pessoas pensam que fazíamos gala da nossa riqueza. Quando os jornais começaram a chamar-nos de galácticos, aí fiquei verdadeiramente indignado. Esse nome não pega nem com cola. Mas agora todos falam sobre tudo. Tudo mudou.”
Espanha sem títulos
“À selecção espanhola, faltam sempre 10 cêntimos para completar uma peseta. Toda a vida foi assim. Esses 10 cêntimos são do povo. Na Argentina, somos primeiro da selecção. Toda a gente leva duas bandeiras na mão, uma da selecção e outra do clube.”
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