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"De facto, não há desporto sem a comunicação social. Nós precisamos da imprensa para passar as mensagens de coisas boas e também de coisas más, porque é importante para nós a imprensa", referiu.
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Domingos Monteiro foi esta segunda-feira eleito, pela terceira vez, presidente da Federação Santomense de Futebol (FSF), e prometeu apostar na melhoria das infraestruturas desportivas e aumento dos prémios financeiros aos clubes para o desenvolvimento do futebol no arquipélago.
"Decidi recandidatar-me na perspetiva de dar continuidade aos trabalhos iniciados e na convicção de deixar legado que contribua para catapultar o nosso futebol e colocá-lo no patamar almejado", disse Domingos Monteiros.
O presidente da FSF foi candidato único e conseguiu 31 votos favoráveis, contra sete e uma abstenção.
Nos próximos quatro anos, Domingos Monteiros pretende apostar na melhoria das infraestruturas desportivas, considerando que "a ausências de infraestruturas" tem condicionado "o desenvolvimento do futebol no país". "Daí que neste mandato, todos os esforços serão concedidos no sentido de promover, prioritariamente, a criação e melhorias de campos para a prática do futebol, sobretudo, porque relançamos e estamos a promover o crescimento do futebol a vários níveis", disse Monteiro.
Segundo Domingos Monteiro, um dos projetos em curso é a conclusão do estádio do Riboque, na capital são-tomense, cujo investimento da primeira fase, com a "colocação de relva sintética de primeira geração", custou cerca de 1.400 dólares (1.310 euros) financiados pela Real Federação Marroquina de Futebol. "A nossa aposta continuará firme em relação à conclusão do campo de Riboque, transformando-o num emblemático estádio com condições de receber competições internacionais", enfatizou Domingos Monteiro.
O presidente da FSF sublinhou ainda como prioridade para o novo mandato a criação do campeonato de futebol feminino, juvenil, e o incentivo ao desporto escolar, bem como o aumento dos prémios das três divisões do campeonato são-tomense.
Segundo Monteiro, o prémio para o campeão nacional da primeira divisão subiu de 75.000 dobras (3.031 euros) para 200.000 dobras (8.082 euros), o de vice-campeão de 25.000 dobras (1.009 euros) para 50.000 dobras (2.019 euros).
O de campeão nacional da segunda divisão aumentou de 50.000 dobras para 100.000 dobras (4.036 euros), enquanto na terceira divisão o prémio do campeão sobe de 25.000 dobras para 75.000 dobras.
Também o primeiro prémio da Taça de São Tomé e Príncipe aumentou de 100.000 dobras para 125.000 dobras (5.047 euros), e a Supertaça de 75.000 dobras para 100.000 dobras.
Nino Monteiro prometeu também maior aproximação entre a FSF e a comunicação social, para a promoção e divulgação do desporto são-tomense. "De facto, não há desporto sem a comunicação social. Nós precisamos da imprensa para passar as mensagens de coisas boas e também de coisas más, porque é importante para nós a imprensa", referiu.
A nova época desportiva em São Tomé e Príncipe arranca em 18 de março, com a participação de 38 clubes, sendo 12 na primeira divisão, 10 na segunda e na terceira, e seis na Região Autónoma do Príncipe.
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