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Russo terminou carreira de futebolista aos 37 anos
O antigo internacional russo, Andrei Arshavin, terminou a carreira em novembro de 2018, mas as histórias longe do relvado continuaram a colocá-lo nas manchetes dos jornais.
Arshavin foi uma das grandes promessas do futebol russo, mas a sua vida fora de campo parecia querer-lhe ofuscar o sucesso, tendo protagonizado vários escândalos, com muito álcool à mistura, bares de strip e até mesmo um cavalo.
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Aos 37 anos, Andrei Arshavin colocou um ponto final na carreira de futebolista, depois de ter representado o Zenit de São Petersburgo, pelo qual venceu a Taça UEFA em 2009, o Arsenal em Inglaterra, e ainda o Kúban, de Krasnodar, antes de se mudar para o Cazaquistão, onde jogou ao serviço do Kairat.
Na sua biografia - "555 Perguntas e respostas sobre mulheres, dinheiro, política e futebol" -, o antigo avançado russo refere alguns dos episódios que lhe marcaram a vida: desde o divórcio dos pais, ao atropelamento que sobreviveu quase por milagre. Arshavin recorda que ia para um treino quando foi atropelado e arrastado cerca de 10 metros. Teve sorte e escapou com vida.
Arshavin lembra ainda que "tinha um medo crónico da escuridão e das profundezas do oceano pelas criaturas que lá se escondiam".
Depois de conhecer o sucesso nos relvados, foi a vida sem limites que o colocou em maus lençóis. Desrespeitando muitas vezes as mulheres - teve declarações como 'se pudesse proibir as mulheres de conduzir e tirar a carta, faria-o sem pensar duas vezes " -, Andrei Arshavin foi apanhado a trair mais do que uma vez, sempre num estado de embriaguez notório.
Atualmente, e segundo a imprensa russa, está envolvido na luta contra o coronavírus, entregando produtos essenciais à população russa mais necessitada.
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