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Técnico desvalorizou ainda o facto de ter 'tirado' conquista o título à antiga equipa de Jorge Jesus
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Rui Vitória poderá conseguir um feito praticamente inédito na história do futebol mundial, ao celebrar dois títulos de campeão nacional no espaço de apenas 48 horas, mas o técnico não parece dar muita importância a esse facto. Pelo menos foi isso que deu a entender em entrevista à TVI, na qual deixou claro que no seu pensamento esteve apenas fazer o melhor na Arábia Saudita.
"Fundamentalmente pensei em fazer o meu trabalho ao ir para Arábia Saudita. Fazer o melhor, acreditando que era possível vencer. Isto num contexto difícil, a meio da temporada, com uma época que não tinha sido preparada por nós. Mas acreditámos. Olhei só para o meu trabalho e acabámos por vencer este campeonato. Este foi aquele que teve cunho final. Satisfeito por isso", disse o técnico ribatejano, que na sua passagem pela Arábia Saudita nunca se cruzou com Jorge Jesus - à data técnico do Al Hilal.
"Não chegamos a cruzar-nos e não nos vimos. Tivemos no mesmo espaço, juntamente com as nossas equipas técnicas, mas nunca nos cruzámos pessoalmente. Agora isso pouco importa, porque os momentos do nosso dia a dia é que definem o nosso comportamento. Nem pensei nisso, nem me preocupo com isso", garantiu.
De resto, Vitória garante que a sua conquista na Arábia Saudita não teve um sabor especial por ter sido conseguida às custas de uma equipa que fora comandada por JJ, mas sim "fundamentalmente por ter ganho, não pelo opositor". "Era um trabalho difícil, inicialmente a 3 pontos e depois 6, mas sabíamos o que tínhamos a fazer. O sabor especial é ganhar, seja com quem for. Fico contente por ter este título ao fim de quatro meses, por representar bem o nosso país. Sinto-me emigrante e isso é muito gratificante. Depois há também o Pedro Emanuel, que venceu a Taça e, por isso, estamos bem representados por aqui. O Al Hilal é uma grande equipa, tinha grandes jogadores e também um grande treinador, que era o Jorge Jesus. Nós conseguirmos derrotar esta equipa foi um feito muito grande"
E planos para o futuro? "Tenho contrato e quero deixar uma mensagem: este país recebeu-nos muito bem. Fomos muito bem acolhidos. Tenho gostado de cá estar a trabalhar. E agora para a frente há trabalho para fazer. Assinei por ano e meio a pensar em continuar a fazer trabalho. O futuro é aqui, mas sabemos como funciona o futebol. É aqui que me foquei. Eu e quem trabalha comigo e isso leva-nos toda a energia."
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