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Estudo mostra que os jogadores têm mais dificuldades em se impor ao saírem muito jovens dos seus países
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Ao longo dos últimos anos tem sido cada vez mais frequente a emigração de futebolistas com idades abaixo dos 20 anos ou mesmo com menos de 18 anos. A ambição de conseguir melhores clubes e condições de vida, em especial nos países mais ricos, até pode ser uma explicação lógica para o fenómeno, mas a saída precoce dos países de origem acaba, por vezes, por complicar a afirmação futebolística de muitos desses jovens. E o estudo agora divulgado pela EFC (European Football Clubs, antes conhecida por Associação Europeia de Clubes) e pelo CIES (Centro Internacional de Estudos do Desporto) confirma as vantagens para a carreira desses jogadores se permanecerem nos seus clubes de formação.
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