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Em protesto contra a ofensiva militar
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A Federação Escocesa de Futebol (SFA) anunciou esta segunda-feira que as suas seleções rejeitam jogar contra a Rússia em qualquer escalão, em protesto contra a ofensiva militar contra a Ucrânia, e ofereceu ajuda à federação ucraniana.
A Escócia, que vai defrontar a Ucrânia tanto em futebol masculino como em feminino, junta-se assim a Inglaterra e País de Gales, que também já tinham manifestado a impossibilidade de poderem atuar frente à seleção russa.
Em carta enviada à federação ucraniana, a SFA mostrou-se disponível para fornecer toda a ajuda necessária às seleções ucranianas para que possam preparar em condições os duelos de 24 março, das meias-finais do 'play-off' europeu do Mundial'2022, e de 8 de abril, de fase de apuramento para o Campeonato do Mundo feminino.
"Esta será a nossa posição em qualquer partida a nível internacional com a Ucrânia", frisou o presidente da SFA, Rod Petrie.
A Rússia lançou na quinta-feira de madrugada uma ofensiva militar na Ucrânia, com forças terrestres e bombardeamento de alvos em várias cidades, que já mataram mais de 350 civis, incluindo crianças, segundo Kiev. A ONU deu conta de mais de 100 mil deslocados e quase 500 mil refugiados na Polónia, Hungria, Moldova e Roménia.
O Presidente russo, Vladimir Putin, disse que a "operação militar especial" na Ucrânia visa desmilitarizar o país vizinho e que era a única maneira de a Rússia se defender, precisando o Kremlin que a ofensiva durará o tempo necessário.
O ataque foi condenado pela generalidade da comunidade internacional e a União Europeia e os Estados Unidos, entre outros, responderam com o envio de armas e munições para a Ucrânia e o reforço de sanções para isolar ainda mais Moscovo.
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