Ex-companheiros de equipa lembram histórias de Romário: do Carnaval ao detetive privado

Em Espanha, o antigo craque brasileiro jogou no Barcelona e no Valencia

• Foto: Reuters
Romário é reconhecido como um dos melhores futebolistas brasileiros de todos os tempos e histórias não faltam ao agora político - é senador pelo Rio de Janeiro. O jornal a 'Marca' foi ouvir alguns dos seus antigos companheiros de equipa - em Espanha, Romário jogou no Barcelona e no Valencia - e recorda um jogador extraordinário e também bastante irreverente. 

A história da "escapadela" ao Carnaval brasileiro em 1994, quando jogava no Barcelona treinado por Johan Cruyff, foi um dos episódios recordados por Julio Salinas, antigo avançado espanhol com quem partilhou o balneário do Barça.

"Romário queria viajar para o Brasil o quanto antes e Cruyff disse-lhe que, se marcasse dois golos, o deixava ir. E ele marcou. Tinha tanta confiança que já tinha comprado os bilhetes antes do jogo. Era o único que fazia os golos que quisesse. Se nessa tarde queria dois golos, então marcava dois. Se fossem três, marcava três", conta Salinas, revelando que a fórmula para tirar Romário do sério era dizer-lhe que Bebeto era melhor do que ele.

Ainda no clube catalão, a história do detetive privado a quem Romário pagou uma bebida durante a noite também é recordada: "Se não sair à noite, não marco golos", terá dito Romário ao detetive privado que o Barcelona contratou para o seguir. O gosto pela noite não era novidade para ninguém. "Esta rodada pago eu caso contrário gastas uma fortuna esta noite", terá dito Romário, segundo contam.

Já Vicente Engonga, que jogou com Romário no Valência, recorda que o antigo internacional brasileiro "treinava sempre de casaco, mesmo com 40 graus em agosto".
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