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"Muitas vezes, o futebolista não é o dono do seu destino", admite o colombiano
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De regresso aos bons momentos, agora ao serviço do Monaco, o avançado Radamel Falcão falou, em entrevista à revista 'Líbero', da sua passagem pelo At. Madrid, recordando que, assim que chegou a Espanha - proveniente do FC Porto -, percebeu que os colchoneros iriam ser apenas um ponto de passagem.
"Sabia que era muito difícil continuar, devido ao projeto desportivo e pelo momento económico que atravessavam. Estavam sempre a dizer-me que tinham de me vender e depois percebi... Ao fim de quatro meses já sabia que não ia ficar ali muito tempo", começou por recordar o dianteiro colombiano, de 31 anos.
"Muitas vezes, o futebolista não é o dono do seu destino. Às vezes faz-me rir quando as pessoas me perguntam por que não fui para aqui ou para ali, ou por que não fiquei lá, como se os futebolistas pudessem decidir onde querem trabalhar. Perguntaria a alguns jornalistas 'por que não trabalhas na CNN ou na ESPN?' É a mesma coisa que no futebol. São raras as vezes em que se tem a possibilidade de escolha. Vi situações que não pude ir para onde queria, muitas vezes. Quero ir para um sítio e acabei por ir para outro", admitiu.
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