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Declarações de membro do comité executivo surgem horas do empate fora com o Zimbabué (1-1)
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Nse Essien, membro do comité executivo da federação da Nigéria, admitiu que se não fossem as dificuldades financeiras que a entidade atravessa já teriam avançado para o despedimento de José Peseiro.
«Se tivéssemos dinheiro, estaríamos decididos a demiti-lo", referiu Nse Essien citado pela imprensa local, frisando não estarem "nada felizes" com o trabalho desenvolvido pelo treinador português
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"Toda a gente está a pedir a demissão do técnico. É uma pena que de 6 pontos possíveis tenhamos apenas dois. Estamos numa situação muito difícil", acrescentou.
Estas declarações surgem horas depois da Nigéria ter empatado fora com o Zimbabué (1-1), em jogo da segunda jornada do Grupo C de apuramento da Confederação Africana de Futebol (CAF) para o Mundial'2026.
Depois de empatar em casa com o Lesoto (1-1), na quinta-feira, no arranque do apuramento, a Nigéria não foi, domingo, além de novo empate, com o mesmo resultado, frente ao Zimbabué, treinado por Baltemar Brito, antigo adjunto de José Mourinho.
No apuramento da CAF para o Mundial'206 apuram-se diretamente os primeiros classificados dos nove grupos, enquanto os quatro melhores segundos classificados seguem para um play-off, com meias-finais e final, para determinar mais uma equipa, que jogará um play-off entre confederações.
A Nigéria tem agora dois pontos em dois jogos, num grupo com África do Sul (três pontos, um jogo), Zimbabué (dois jogos, dois pontos), Lesoto (um jogo, um ponto), Ruanda (um jogo, um ponto) e Benim (um jogo, zero pontos).
Em entrevista a Record, em outubro, Peseiro assegurou que assinou pela Nigéria pelo "projeto desportivo e não pela questão monetária" e reconheceu as dificuldades financeiras da Federação: "As condições que temos, financeiras e logísticas, estão aquém do que estes jogadores merecem para construirmos uma equipa. Não basta só ter bons jogadores, também é necessário ter condições de organização, estrutura, material e todos os recursos, humanos até, para que uma equipa seja forte e para que não falte nada para o momento mais importante estejamos disponíveis e confortáveis e com ambiente para o desempenho individual e colectivo. Assumi que reduziria o meu vencimento para ajudar nas dificuldades da federação, admitindo que essa redução seria benéfica para colmatar as carências. As pessoas não acreditariam o que se passa aqui. Mas acreditamos que pode ser resolvido. Se não conseguirmos, o máximo que podemos contar é com a determinação e vontade dos jogadores em, por eles e pelo país, sermos os melhores."
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