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Brasileiro foi detido no início de março e continua no Paraguai em prisão domiciliária
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Ronaldinho Gaúcho foi detido no Paraguai com o irmão e agente Roberto Assis no início de março e deixou a cadeia 32 dias depois. O antigo internacional brasileiro concedeu a primeira entrevista desde que está a cumprir prisão domiciliária num hotel da cidade de Assunção e assumiu que nunca lhe passou pela cabeça estar nesta situação.
"Foi muito duro. Nunca imaginei passar por uma situação assim. Em toda a minha vida quis chegar ao mais alto nível profissional e levar alegria às pessoas com o meu futebol", afirmou o jogador, confiante de que o caso será resolvido em breve. "Tenho fé. Esperamos que possam usar e confirmar tudo o que declaramos sobre a nossa posição neste caso e que possamos sair desta situação o mais breve possível", afirmou Ronaldinho ao jornal 'ABC Color', revelando a primeira coisa que vai fazer quando regressar ao Brasil.
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"A primeira coisa que farei é dar um beijo à minha mãe. Ela está a viver dias difíceis, em casa, desde o início da pandemia. Depois vamos absorver todo o impacto desta situação e seguir em frente com fé e força", disse o canarinho.
Ronaldinho assume que tanto ele como o irmão ficaram "totalmente surpreendidos ao saber que os documentos não eram legais" e garante que desde o início do caso sempre tiveram a "intenção de colaborar". "Até hoje, explicamos tudo e facilitamos tudo o que a Justiça nos solicitou", sustentou. "Cheguei ao Paraguai para o lançamento de um casino online e de um livro...", sublinhou.
O craque abordou ainda os dias em que esteve detido e a forma como conviveu com os outros reclusos, tendo distribuído autógrafos e até participado num torneio de futebol. "Não tinha motivos para não fazer isso, ainda mais com pessoas que estavam a viver um momento difícil como eu", afirmou Ronaldinho.
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