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Extremo terminou contrato com os holandeses do Excelsior e admite que o futuro pode passar pelo nosso país
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Depois da aventura na Holanda, ao serviço do Excelsior, de Mitchel Van der Gaag, Fredy poderá estar muito perto de regressar ao nosso país. Falhadas as negociações com vista à renovação do contrato, o jogador angolano terminou a ligação ao clube e está, por isso, livre para assinar a custo zero.
"Gostava muito de voltar a Portugal, existe essa possibilidade e o que mais quero é estar perto da minha família e acompanhar o meu filho. A minha primeira intenção era continuar na Holanda, infelizmente não chegámos a acordo e agora terei que olhar em frente", revelou o extremo, de 27 anos, em declarações exclusivas a Record, fazendo "um balanço muito positivo" de uma temporada onde apontou dois golos em 33 jogos.
"Obviamente que gostaria de ter feito melhor, de ter marcado mais golos, mas posso dizer que na reta final as coisas até correram muito bem quando comecei a jogar a 10’. Por isso, penso que no plano geral foi uma grande experiência", considerou, explicando: "Iniciámos bem o campeonato, depois tivemos uma quebra durante algum tempo mas, felizmente, nos últimos 10 jogos, melhorámos e conseguimos bons resultados, especialmente frente a equipa de nível superior ao nosso. Os adeptos ficaram contentes com o nosso trabalho, pois alcançámos uma classificação que o clube já não conseguia há muitos anos."
O apoio do amigo Mitchell
No Excelcior, Fredy reencontrou um velho amigo que, além de treinador, foi o grande pilar nesta caminhada. "O Mitchell van der Gaag foi o meu maior apoio, juntamente com a minha família. A mudança não foi fácil, pois os holandeses têm uma mentalidade completamente diferente, fui jogar para um clube com objetivos mais baixos e a verdade é que senti algumas dificuldades no princípio. O Mitchell foi cinco estrelas comigo, sempre me apoiou, deu-me a mão e tudo e, além as excelentes qualidade de treinador que tem, que em Portugal todos conhecem, é uma pessoa excecional", sublinhou o jogador, lembrando bons os tempos que ambos partilharam no Belenenses.
Há mais para além de Ajax e Feyenoord
Quando se fala em futebol holandês, além da famosa ‘Laranja Mecânica’, que noutros tempos encantou o mundo do futebol com estrelas como Johan Cruijff, Van Basten ou Ruud Gullit, ou mais recentemente como Bergkamp, Marc Overmars, Davids, entre muitos outros, salta de imediato a atenção para os maiores clubes: Ajax e Feyenoord. No entanto, no campeonato há muito para além destes dois rivais, que ano após ano assumem as principais candidaturas ao título.
"É muito competitivo e imprevisível. O líder pode jogar com o último e perder. Não se pode pensar que em determinado jogo, só porque uma certa equipa tem um adversário teoricamente mais acessível, irá vencer. Não é assim! As equipas apresentam muito bom futebol e jogam sempre para ganhar, independentemente do nome que estiver pela frente", explicou Fredy, focando o principal essência do futebol holandês da atualidade: "Existem muitos jovens de qualidade, tecnicamente muito fortes, necessitam de evoluir um pouco a nível tático, é verdade, mas ofensivamente são muito perigosos, pois também são incutidos para isso desde a formação. Existe uma grande aposta nesses talentos e por isso é que todos os anos surgem novos craques."
Um fenómeno que vai despertar a Europa
Nesse sentido, um dos mais promissores jovens do velho continente dá pelo nome de Dolberg. Aos 19 anos, o avançado é já uma referência no Ajax e os 23 golos em 48 jogos – seis deles essenciais na caminhada da equipa de Amesterdão até à final da Liga Europa, onde não conseguiu surpreender o Man. United (2-0) – são a prova de que estamos perante mais um prodígio prestes a despertar a Europa do futebol.
"O Dolberg foi o jogador que mais me encheu as medidas quando cheguei à Holanda. É um jogador que tem tudo para chegar a um nível mundial. É mesmo muito bom jogador! Quando jogámos contra o Ajax, em Amesterdão, não marcou mas ‘rebentou’ autenticamente connosco. É muito inteligente e reúne todos os atributos para poder alcançar o topo", antecipou o extremo, à conversa com o nosso jornal, admitindo que, naturalmente, Ajax e Feyenoord continuam a desempenhar os papéis principais. "O Ajax é uma equipa muito equilibrada, não conseguiu ganhar o campeonato porque o Feyenoord também esteve muito bem. Além disso, teve várias ausências e só na reta final da época é que conseguiu estabilizar. Daí que tenha conseguido chegar à final da Liga Europa. Mas são duas grandes equipas", finalizou.
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