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Noite de festa rija em Atenas e, por extensão, em toda a Grécia. Isto porque a selecção local garantiu ontem a presença no Euro-2004, graças ao suado triunfo ante a Irlanda do Norte. Isto num grupo (6) em que a superfavorita Espanha pareceria, à partida, a selecção melhor colocada para alcançar o primeiro posto, e subsequente apuramento directo para o certame português.
Quiseram os deuses (gregos?) que assim não fosse, e uma grande penalidade por falta de McCartney sobre Vryzas, aos 68 minutos, convertida por Tsartas deu o triunfo aos helénicos, numa partida arbitrada pelo português Lucílio Baptista.
No final, o seleccionador da Grécia, o alemão Otto Rehagel, sublinhou o espírito de grupo que se foi construindo, rotulando-o de factor fundamental no trajecto vitorioso: "Nestes dois anos, foi o que mais importante construímos, e ele estende-se a todos, no campo e no banco de suplentes."
Quanto aos oponentes, que detêm agora o inefável recorde de 13 jogos internacionais consecutivos sem marcar (desde Fevereiro de 2002), nem alinhavaram um mau desempenho, mas as insanáveis lacunas no capítulo da finalização deitaram por terra quaisquer ambições de triunfo.
Resta aos gregos esperarem por um melhor percurso numa fase final de um grande evento do que aquele alcançado no Mundial'94, nos Estados Unidos, onde somaram quatro desaires noutros tantos encontros.
Quanto a "nuestros hermanos", cumpriram a "obrigação", vencendo claramente na Arménia, com Valeron cedo a abrir o activo e Raúl e o substituto Reyes (grande jogador) a apontarem os restantes tentos sem resposta.
Foi, não obstante, uma vitória de sabor demasiado agridoce. Por via dos "tropeções" nas derradeiras partidas da fase de apuramento, o conjunto orientado por Iñaki Saéz - debaixo do impiedoso "fogo" da crítica -, a Espanha perdeu um primeiro posto que, a meio do percurso de qualificação, parecia mais do que seu.
Nem só os espanhóis, mas a própria organização do Euro-2004, esperam agora por um triunfo da Espanha na decisiva partida, sob pena de se perderem muitos euros no turismo...
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