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Documentário conta tudo sobre o lendário guardião colombiano... e sobre aquela defesa memorável
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Nunca conheceu o pai, perdeu a mãe dias depois de fazer a Primeira Comunhão e fugiu da pobreza do bairro de Castilla, em Medellín, para se tornar no mais famoso guarda-redes de sempre da Colômbia e um dos mais célebres do Mundo. Porque era excêntrico, diferente em tudo, e ainda porque a justiça que na altura combatia o narcotráfico, que se apoderara do futebol, foi com ele muito injusta. Mas Higuita eternizou-se num momento. Por uma certa defesa: a do escorpião. Aliás, o título documentário que ontem estreou na Netflix sobre a vida do ex-atleta submete-se a esse instante: 'Higuita: El Camino del Escorpión'.
José René Higuita é até hoje um herói nacional, colecionou títulos, fez mais de 40 golos na carreira e protagonizou exibições heróicas. "Ele ficou famoso por tudo o que fazia de diferente de um guarda-redes comum", comenta Adolfo Pérez, jornalista colombiano que acompanhou a carreira de Higuita.
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O grande momento em forma de lacrau chegou no dia 7 de setembro de 1995. Um centro-remate de Jamie Redknapp permitiu ao guardião fazer a acrobacia que tanto treinara. René deixou a bola que seguia na direção da baliza passar-lhe por cima e, antes que ela entrasse, projetou-se para a frente e tocou-lhe com os dois calcanhares, devolvendo-a. O jogo era amigável e terminou 0-0.
Como tudo começou? Higuita começou a praticar a defesa ao filmar um anúncio televisivo de um refresco, no qual jogava com crianças. Para o guardião, o futebol era alegria antes de tudo e começou a dar pontapés de bicicleta ao contrário. "Nisto, os miúdos continuaram a chutar-me bolas e comecei a fazer o escorpião. Dois anos depois, eu já estava pronto. Tinha a defesa dominada. Então decidi que ia fazê-la. Só faltava que me lançassem aquela bola. Podia ser em Castilla... ou em Wembley", conta Higuita. Foi em Wembley... e o lance até foi invalidado, o que não mancha em nada. "Isso só dá mais brilho à defesa. Foi obra de Deus, saiu perfeita", reforça o antigo guardião, até hoje orgulhoso da sua acrobacia.
Adolfo Pérez sintetizou: "Aquele que deixa marca na vida, não é necessariamente o melhor jogador, o que mais defende, o que marca mais golos. É quem é capaz de fazer coisas majestosas e surpreendentes. Esse era René Higuita."
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