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O responsável pela transferência de um futebolista mais cara de sempre dirige um dos clubes históricos do Rio de Janeiro, num investimento conjunto com Fernando Gomes, Alexandre Pinto da Costa e José Maria Pinho
Rio de Janeiro – Bonsucesso Portugal Clube... Não, não é esse o nome do Bonsucesso, mas poderá vir a chamar-se assim, este clube de tantas tradições no Rio de Janeiro e um dos fundadores da Federação de Futebol do Rio de Janeiro. Na verdade, o Bonsucesso vai passar a ser administrado pelo grupo liderado pelo empresário José Veiga, que colocou Figo no Real Madrid, e que conta também com Alexandre Pinto da Costa (filho do presidente do FC Porto), Fernando Gomes (o célebre bibota-de-ouro) e o empresário José Maria Pinho.
O contrato prevê que o grupo português administre o Bonsucesso durante três anos, com opção de prolongar por mais três.
Na primeira visita após a assinatura do acordo, ocorrida em Janeiro, José Veiga, que já regressou a Portugal, revelou as suas primeiras impressões sobre o Bonsucesso: ”Analisámos as obras que já foram feitas com o novo balneário, os cuidados com a relva e ainda a remodelação do centro de estágio, que já tem mobílias novas e até aparelhos para trabalho físico de todos os atletas.”
José Veiga confirmou que foi efectuada uma triagem de jogadores e que estes estão a ser orientados por Gaúcho, ex-futebolista do Vasco da Gama, entre outros clubes. Note-se que Gaúcho foi treinador de Edmundo, Jardel e muitos outros jogadores na altura em que trabalhou nas camadas jovens do Vasco.
Clube em renascimento
Sobre a forma como o processo tem corrido, José Veiga declarou: ”Até agora, tudo o que foi programado em termos de expectativas imediatas está a ser cumprido.” E acrescentou: ”O Bonsucesso estava a menos de zero e tivemos de começar tudo de novo. Mas, agora, é um clube estruturado e com pessoas capazes, até porque Rubem Perez e Palmeira Branco nos dão garantias suficientes para que tenhamos um excelente trabalho.”
Questionado sobre se existe alguma ligação entre o Bonsucesso e o Imortal de Albufeira, José Veiga foi claro, embora recuse uma ligação directa: ”É lógico que poderemos fazer um intercâmbio de jogadores.”
O objectivo do grupo português que administra, agora, o Bonsucesso é ”formar jogadores, até porque aqui existe um dos maiores ’viveiros’ do mundo. Poder abrir às portas da Europa para os nossos talentos é outro dos objectivos, além de deixar o Bonsucesso no lugar que merece.”
Gomes aposta em jovens
Por seu lado, Fernando Gomes, que ainda se encontra no Brasil, garantiu que a ideia de dirigir o Bonsucesso foi de José Maria Pinho, que já foi presidente do Rio Ave. Foi mesmo Pinho quem estabeleceu os primeiros contactos com o clube. Para Gomes, investir nas categorias de base é hoje mais importante do que ”ir contratar jogadores mais conhecidos que já custam milhares de contos”.
O antigo avançado do FC Porto aproveitou ainda para dizer que ”podemos e temos interesse em fazer a mesma coisa em Portugal.” Outro dos objectivos será levar o clube a jogar na Europa, pois isso poderá permitir a ”venda” de um jogador.
Quanto a Alexandre Pinto da Costa, disse que o grupo não faz contas ao tempo que será necessário para que o projecto dê certo. ”O futebol não é matemática, por isso não podemos falar em tempo, mas com os elementos envolvidos neste negócio são pessoas capacitadas, o sucesso será evidente”, explicou.
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