Hope Solo acusa Megan Rapinoe de recusar igualdade salarial em 2016: «Estivemos tão perto»

Antiga guarda-redes revela posição tomada pela atual capitã da seleção feminina dos Estados Unidos

Megan Rapinoe (à esquerda) e Hope Solo
Megan Rapinoe (à esquerda) e Hope Solo • Foto: Getty Images

Megan Rapinoe tem vindo a liderar um movimento contra a descriminação entre homens e mulheres no desporto e na semana passada solicitou ao presidente norte-americano Joe Biden, bem como ao Congresso dos Estados Unidos, o fim da desigualdade salarial.

Contudo, a capitã da seleção feminina dos Estados Unidos é agora acusada pela antiga guarda-redes titular da equipa, Hope Solo, de em 2016 ter recusado um acordo com vista a esse ajuste de vencimentos.

"A Megan liderou a equipa na assinatura de um acordo coletivo de trabalho inferior. Estávamos muito perto de alcançar a igualdade salarial em 2016 e foi-nos oferecida essa possibilidade. Estivemos prestes a assinar o contrato com a Comissão de Oportunidades e Igualdades de Emprego, mas a Megan Rapinoe e os líderes dessa organização assinaram um contrato coletivo inferior e isso tornou-se preocupante para o processo coletivo e para a luta das mulheres em geral", afirma Hope Solo, antiga guardiã da seleção norte-americana, em declarações à beIN Sports.

Hope Solo acredita, ainda assim, que as coisas vão mudar e o acordo será alcançado."Temos a história do nosso lado, assim como vários deputados e congressistas. O presidente Joe Biden vai lutar por salários iguais. Acreditámos nele há quatro anos e continuamos a acreditar", justifica. 

Por Record
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