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Empresa chinesa é suspeita de estar a ajudar russos na invasão à Ucrânia
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Depois de uma primeira tomada de posição direta em relação ao conflito entre Rússia e Ucrânia, ao mostrar-se contra a realização dos jogos do playoff para o Mundial'2022 diante dos russos, Robert Lewandowski voltou a dar um sinal claro da sua oposição ao que está a suceder em território ucraniano, agora tendo como alvo a marca chinesa Huawei, que ao que parece estará a ajudar as forças russas na invasão. O anúncio foi feito pela própria Huawei, num comunicado emitido na sua delegação da Polónia, no qual lamenta o final da ligação e onde assegura que a cooperação de longa duração foi apreciada.
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