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Jogo grande no domingo
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Se o ambiente quente de um River-Boca criou problemas tão grandes que a final da Taça Libertadores teve de ser ‘exilada’ em Madrid, a verdade é que a nova localização apaziguou a situação... até de mais para os argentinos. "Dói-me que tenham tirado a final da América do Sul", disse Guillermo Schelotto, técnico do Boca, distribuindo a culpa pelas aldeias: "Entendo a situação que nos levou a Madrid. Nunca mais aprendemos. Repetimos sempre os mesmos erros. Fala-se de violência e não de duas grandes equipas."
A verdade é que na capital espanhola o cenário tem sido de louvar: adeptos de ambos os clubes confraternizam juntos nas ruas da cidade, cuja edilidade montou um dispositivo de segurança nunca dantes visto. Enquanto isso, Boca e River preparam a final bem longe...
Se os xeneizes se treinam no centro de estágios da Federação espanhola e contaram com 150 jornalistas na primeira sessão, os millonarios estão mais recatados, à porta fechada, no conforto da academia de Valdebebas.
Em relação aos titulares de amanhã, Gallardo deve juntar apenas Enzo Pérez ao habitual onze do River na Libertadores, ao passo que Schelotto deverá lançar uma dupla inédita na frente: Benedetto e Ábila.
Boca confirma ida ao TAS
O Boca viu o recurso apresentado no Tribunal Disciplinar da Conmebol ser indeferido mas prometeu de pronto recorrer ao Tribunal Arbitral de Desporto (TAS). O presidente, Daniel Angelici, confirmou a medida, mas a decisão do TAS em desclassificar ou não o River na Libertadores só será anunciada após a final. Para já, foi confirmada a presença de Messi no Bernabéu. Isto no dia em que o adepto do River detido pelo apedrejamento ao autocarro do Boca se mostrou arrependido: "Foi um impulso que não controlei!"
Negócio tinha ficado em causa devido a um problema com os documentos
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