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Na 50ª edição da Libertadores (2009), Enzo Pérez foi peça-chave na conquista do Estudiantes e agora, na última edição com uma final a duas mãos, o médio quer a Taça pela segunda vez, mas desta feita com o clube do coração, o River.
Após seis épocas na Europa, Enzo foi atrás de um desejo antigo: vencer a Libertadores pelo ‘seu’ River. Em junho de 2017 voltou ao millonarios e não escondeu a felicidade. "É um sonho de família estar aqui. Sendo adepto, quero aproveitar o regresso a casa." Até o nome se deve a uma glória do clube: Enzo Francescoli. "O Enzo morre pelo River. Chama-se Enzo por causa do Francescoli. Somos fanáticos", confessou então o pai.
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E esteve perto de chegar à final da prova em outubro, mas o Lanús eliminou-os nas meias-finais. Este ano, o ex-Benfica tem mais uma chance. Aos 32 anos, disputará hoje a 1ª mão da final em casa do Boca. O médio deve render o capitão Ponzio, lesionado, ao contrário de Quintero. O ex-FC Porto, ao que tudo indica, começará o jogo no banco para o técnico Gallardo.
Talismã
Não foram muitas as vezes que Enzo Pérez enfrentou o Boca pelo River, mas foram positivas. Com Enzo em campo, o River venceu o Boca na Supertaça argentina deste ano e derrotou (2-0) o rival na Bombonera em setembro, na liga. Derrotas só uma - 1-2, em 2017. Só que as visitas do River ao Boca na Libertadores são bem diferentes: à exceção de quando o River venceu (3-0) na Bombonera devido a atos dos adeptos, o Boca venceu 7 vezes nas receções ao River na prova. Hoje quem irá ganhar vantagem?
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