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De volta às conferências na seleção, craque falou de quase tudo
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Ausente das conferências de imprensa da seleção francesa desde junho, Kylian Mbappé reapareceu ontem e falou de quase tudo. Só mesmo o tema da eventual saída do PSG no final da época alterou a boa disposição do capitão gaulês na véspera do jogo com Gibraltar, da qualificação para o Euro’2024, no qual a França já tem lugar reservado. “Não é uma questão atual relativa à seleção francesa. Se têm essa pergunta, venham ao Campus do PSG e eu responderei. O país está acima de tudo”, afirmou o craque, justificando as ausências sucessivas no contacto com os jornalistas: “É um desejo de partilhar a liderança. Não tenho medo de vir aqui, mas a seleção de França não é a minha equipa.”
A questão da Bola de Ouro, na qual Mbappé acabou em 3º lugar, atrás de Haaland, vendo o troféu ir novamente para Lionel Messi, também mereceu uma resposta curiosa. “Não tenho medo de dizer as coisas. Na noite do dia 18 de dezembro já sabia que Messi tinha ganhado o Mundial e a Bola de Ouro. Tive uma grande época, tal como Haaland, mas quando se ganha o Campeonato do Mundo faz toda a diferença”, lembrou, assumindo também sem rodeios a vontade de jogar nos Jogos Olímpicos do próximo ano, que se realizam precisamente em Paris: “É o meu patrão que decide. Será um prazer jogar lá, mas se o meu patrão não quiser, acatarei a sua decisão. Se for um sim, é um sim, se for um não, é um não. Eu quero estar nos Jogos Olímpicos e acho que as pessoas também querem”.
As críticas de Luis Enrique após o último jogo no PSG também não o afetaram. “Aceitei muito bem, é um grande treinador e tem muito para me ensinar. Desde o primeiro dia, disse-lhe que não teria problemas comigo”, referiu, comparando o espanhol com o selecionador: “Deschamps dá-me mais liberdade, Luis Enrique dá-me mais instruções, mas eu sei adaptar-me e, dada a qualidade dos treinadores, é do meu interesse ouvi-los.”
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