Mourinho vai dispensar Adriano em Janeiro

O Inter está cheio de listas negras (e azuis...) mas a mais recente e oficiosamente confirmada inclui o nome de Adriano. José Mourinho quer emagrecer o plantel e, cinco meses depois de ter aterrado em Milão, chegou finalmente a uma conclusão: nem o brasileiro, nem o chileno Jiménez, nem o argentino Crespo, nem o francês Dacourt vão completar a época no Meazza.

O casamento entre José e Adriano não resultou por culpa das infidelidades do segundo. O treinador português apoiou-o, elogiou-o em público, ouviu-o, voltou a elogiá-lo em público e controlou-o até parar com os elogios. Terça-feira, já depois de ter faltado a um treino sem avisar, o Imperador voltou a falhar: não atendeu o telefone toda a manhã e só ligou para os dirigentes já no final da sessão a dizer que estava muito constipado. Foi o fim.

Bloqueado

O Inter estuda agora a melhor maneira de resolver a situação do poderoso avançado. Marco Branca, director desportivo, vai reunir-se com o agente Gilmar Rinaldi e pedir o impossível: ceder o jogador por empréstimo até ao fim do contrato (2010) e impor uma cláusula que o impeça de voltar a Itália – os nerazzurri estão escaldados por causa de Ronaldo Fenómeno que voltou ao calcio via Milan.

A saída de Adriano, associada a de Crespo [ver caixa], vai permitir a continuidade de Julio Cruz. Depois das notícias da última semana a darem conta da possibilidade do Jardineiro partir porque termina contrato, o mais certo agora é que renove o vínculo ao clube.

Na corda bamba está o colombiano Rivas, o central que Mourinho coloca no fim de uma fila que inclui Córdoba, Materazzi, Samuel, Chivu ou Burdisso.

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