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Norton de Matos quer "portugueses" no jogo com Uganda

selecionador chama Ivanildo, Eder e Yazalde

Norton de Matos quer 'portugueses' no jogo com Uganda
Norton de Matos quer 'portugueses' no jogo com Uganda

O selecionador de futebol da Guiné-Bissau, o português Luís Norton de Matos, disse esta quarta-feira que conta com Ivanildo, Eder e Yazalde para enfrentar o Uganda em março, em jogo de qualificação para a Taça das Nações Africanas de 2012.

Com o objetivo de informar as autoridades desportivas do país sobre os preparativos desse jogo, Norton de Matos está em Bissau, onde foi recebido esta quarta-feira pelo primeiro-ministro, Carlos Gomes Júnior, a quem disse ter pedido apoios para a seleção e também deu informações sobre o andamento do seu projeto.

Em relação aos três jogadores que militam no futebol português, Ivanildo (Portimonense), Eder (Académica) e Yazalde (Rio Ave), Norton de Matos afirmou haver contactos no sentido de virem a representar a seleção guineense.

"Há conversas, houve promessas e espero, sinceramente, que até março nós consigamos ter mais dois ou três jogadores que para nós são reforços", sublinhou Norton de Matos, referindo-se aos três que são os únicos jogadores guineenses a jogar atualmente na primeira liga portuguesa.

Sobre as polémicas declarações sobre Ivanildo, que Norton de Matos acusou, em setembro passado, de lhe ter mentido para não ir representar a seleção guineense, o treinador português disse ser já um assunto encerrado e do passado.

"Quando falei aquilo do Ivanildo (...) quis picar o orgulho nacionalista do Ivanildo. Não tenho nenhum problema de receber o Ivanildo de braços abertos na seleção, porque seria um reforço para nós", defendeu Norton de Matos.

O treinador português assume-se como "um general que cuida das suas tropas", considerou que o respeito pela seleção da Guiné-Bissau mudou em pouco tempo, ao ponto de agora serem várias as seleções que querem defrontar os "djurtus".

"É uma vitória já conseguida neste processo. Há muitas equipas que já querem jogar contra a Guiné-Bissau, coisa que era impensável em tempos recuados. Batíamos às portas e ninguém queria jogar connosco", destacou, acrescentando que em fevereiro pode haver um jogo particular contra a Gâmbia ou contra a Guiné-Equatorial.

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