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Contratação de engenheira agrónoma e menor utilização do relvado em 2020 foram fundamentais
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O Maracanã, estádio do Rio de Janeiro que normalmente recebe os jogos caseiros de Flamengo e Fluminense, será este sábado o palco da final da Libertadores, partida que colocará frente a frente duas equipas brasileiras: o Palmeiras, de Abel Ferreira, e o Santos.
Depois de 20 dias - período necessário de cedência dos recintos desportivos à CONMEBOL -, sem poder disputar as partidas do Brasileirão no seu próprio estádio, Fluminense e Flamengo veem agora o tapete verde do Maracanã em excelentes condições para o que resta da temporada. Um menor número de jogos realizados e a contratação de uma engenheira agrónoma foram os principais motivos que levaram à transformação do tapete verde para o duelo deste sábado, que poderá novamente coroar um treinador português como vencedor da Libertadores - um ano após Jorge Jesus ter sido o pioneiro.
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"Tem um produto para fazer a raiz crescer, para fazer a relva crescer para cima e até abrir mais folhas", explicou Severiano Braga, CEO do Maracanã, em declarações citadas pelo jornal brasileiro 'O Globo'.
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