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Treinador português do Olympiacos comenta situação do clube grego
Pedro Martins abordou o regresso do Olympiacos aos treinos, depois a suspensão dos campeonatos devido ao coronavírus, referindo a necessidade de "repensar o futebol" após a pandemia.
Ainda sem data marcada para o regresso à competição, o treinador português explicou que o primeiro desafio é recuperar a forma dos jogadores e que as 5 substituições permitidas pela FIFA serão essenciais nesta primeira fase.
"Estamos, agora, a fazer uma pré-época. Os jogadores vêm de várias semanas a treinar somente em casa, fazendo exercícios que são importantes mentalmente e para manter o peso, mas não têm nada a ver com o que se faz num campo, portanto eles vêm de muito tempo fora de uma dinâmica coletiva. Não haverá jogos de preparação antes da competição, como numa pré-época, o que dificultará o reinício, e nesse sentido a possibilidade, autorizada pela FIFA, de realizar cinco substituições num jogo é importante, sobretudo para reduzir o risco de lesões", referiu Pedro Martins em entrevista à 'Fox Sports Brasil'.
"O efeito financeiro da pandemia irá sentir-se em todo o lado e isso obrigará a repensar os clubes e o futebol, a nível global. Até porque, muitas vezes, verificava-se o costume de haver orçamentos incomportáveis com a realidade do futebol", defendeu o treinador português.
O Olympiacos, que está sem jogar desde 12 de março, é líder da Superliga grega, está nas meias-finais da Taça e nos oitavos-de-final da Liga Europa. "O meu modelo como treinador é produto das experiências que tive como técnico, desde os escalões mais baixos até agora, e em muitos anos como jogador", disse, explicando que é preciso ser "criativo nos momentos de maior dificuldade".
"Por exemplo, no Marítimo, eu vinha da equipa B e peguei em vários jovens de qualidade e ambiciosos para irem subindo comigo. Em 2011-12, fizemos uma grande temporada mesclando essa base com jogadores mais experientes e conseguimos grandes resultados num momento difícil para o clube. No Rio Ave, conseguimos no primeiro ano entrar na fase de grupos da Liga Europa, um feito inédito, e no segundo apurarmo-nos para a Liga Europa através da Liga. E no Vitória conseguimos ficar em 4.º, o que foi muito importante tendo em conta a rivalidade que há com o Sporting de Braga, que nas duas últimas décadas tem ficado quase sempre nos quatro primeiros", recordou.
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