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Regresso ao passado, com um filme preto e branco e um argumento digno de uma novela. A cidade de São José do Rio Preto vestiu-se à Santos e festejou o bicampeonato brasileiro, após uma vitória merecida e sem história (2-1) sobre o Vasco da Gama, enquanto o Atlético Paranaense, que liderou o Brasileirão até à penúltima jornada da prova, não conseguiu melhor que um empate (1-1 em casa) com o aflito Botafogo do ex-benfiquista Valdo.
Foi um título de raiva, o do Santos, e cheio de incidências, a começar pelo dia: 19 de Dezembro é a data da final da primeira edição da competição, em 1971 (Atlético Mineiro-Botafogo, 1-0 no Maracanã, golo do avançado Dario, aos 16 minutos).
Depois, outros pormenores curiosos: a equipa santista trocou de treinador (Vanderlei Luxemburgo por Emerson Leão), perdeu jogadores (Diego, Paulo Almeida, Nenê, Alcides, Alex e Renato) e saltou do 20.º lugar para o primeiro. Pelo meio, o drama da mãe de Robinho. Agora, a felicidade completa, com o título de campeão, o segundo em apenas três anos. Um êxito que mereceu volta de honra. Só faltaram as medalhas e o troféu.
Bahia desaparece da I divisão
No fim das contas, Santos, Atlético Paranaense, São Paulo e Palmeiras apuraram-se para a Taça Libertadores, enquanto Corinthians, Goiás, Juventus, Internacional e Fluminense qualificaram-se para a Copa Sul-americana.
Para a II Divisão, Criciúma e Vitória acompanharam os já rebaixados Grémio e Guarani, por troca com Brasiliense e Fortaleza. Sem Vitória e Bahia, o Estado baiano não tem qualquer clube entre os “grandes”, o que acontece pela primeira vez desde 1971.
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