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Jogador, agora no Wolverhampton, recorda o pós-invasão de Alcochete e a escolha que tomou ao sair
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Daniel Podence começou por responder que não queria falar do assunto, mas foi inevitável 'voltar' às consequências do ataque à Academia de Alcochete e ao verão de 2018, quando saiu do Sporting e rumou ao Olympiakos. Esta quarta-feira, e em entrevista ao site grego Gazzetta, o avançado, agora no Wolverhampton sublinhou ter vivido tempos difíceis.
"Desde o primeiro momento [depois da invasão], tudo o que eu queria era ir para longe de Lisboa, mas ao mesmo tempo também queria dar algo ao Sporting pelo que fez por mim desde início. Assim que fiquei a saber que a disputa judicial poderia terminar com uma quantia no Sporting, disse imediatamente que sim", afirmou.
E prosseguiu: "No início estava um pouco assustado e hesitante, mas não por causa da equipa. Conhecia o Olympiakos, sabia que era a melhor equipa da Grécia, pela qual há respeito na Europa por participar tantas vezes na Liga dos Campeões. Estava hesitante por causa da liga ser menos vista na Europa. Levei dez jogos para descobrir que afinal tinha tomado a decisão certa".
Ao longo da entrevista, Podence recordou ainda o seu passado benfiquista. "Na minha família, sobretudo os meus irmãos e primos, são adeptos fanáticos do Benfica. E eu, antes de fazer 8 ou 9 anos, ou seja, quando fui para o Sporting, torcia pelo Benfica por causa deles. Com o tempo, porém, vestindo as cores do Sporting e representando os seus valores, tornei-me facilmente adepto do Sporting. E penso que para sempre".
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