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Acompanhámos as gravações do videoclip de WAY 45, alter ego do avançado, para a MTV
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Normalmente associamos aqueles que têm uma vida dupla a coisas menos positivas. Mas no caso de Rafael Leão, nada poderia ser melhor do que conciliar duas paixões de forma coerente. E é isso mesmo que o craque da Seleção Nacional e do Milan tem feito nos últimos anos. Pé ante pé, sem levantar grandes ondas, o avançado de 24 anos começou a partilhar algumas das suas criações musicais, depois optou por encontrar uma persona para veicular a sua mensagem - WAY 45 - e agora chega o momento da total emancipação, com o merecido destaque de ser eleito como artista MTV Push do mês de julho.
O conceituado canal televisivo, baluarte do universo da música há várias décadas, têm acompanhado o trabalho do futebolista no universo do hip hop e não pensou duas vezes em destacá-lo. Record acompanhou, em rigoroso exclusivo, o dia de gravações de dois temas - Lifestyle e US - e esteve à conversa com o craque, que promete não ficar por aqui.
"A música sempre esteve presente na minha vida. O meu tio era DJ e o meu pai cantava. E a música acabou por ser a minha companhia. Sai do Sporting cedo para França e os meus pais não viviam comigo no início. Por isso, passava muito tempo sozinho e a música era a minha companhia. Não me via a fazer o que atualmente faço, mas as coisas foram acontecendo. E essa companhia que a música me fazia nos dias maus, acabou por me trazer coisas muito importantes", revelou Rafael Leão logo depois das gravações dos clips, que decorreram na Amadora.
Depois de conquistar a MTV, será que ainda há mais passos a dar? Resposta na ponta da língua: "Não me meto nessa pressão. Não coloco objetivos tão elevados. É uma coisa que gosto de fazer e tento incentivar outras pessoas que têm medo de arriscar. Eu não tenho o dom de fazer música, mas estou a caminhar passo a passo e estou feliz por ter chegado a um canal a que assistia quando era mais novo. Via os famosos na MTV e agora, graças à música, estou aqui. Agradeço muito a oportunidade que a MTV me deu, assim como o meu agente e a minha 'label'. Se continuar no bom caminho poderei fazer algo maior."
Foi na pandemia, em 2020, que se juntou aos amigos e vizinhos do bairro para dar vida ao grupo BGang, que origininou mais tarde o single Longe. Este tempo de confinamento serviu também para entrar em estúdio e gravar o primeiro EP a solo, Beginning, um conjunto de sete temas, lançado em 2021 e com as participações de CiiJames, Léo Stunna, KidRobinn e Eric Rodrigues.
De lá para cá muito mudou no mundo e, claro está, na vida do jogador, cada vez mais relevante no Milan. E é por isso que o rigor do dia a dia é essencial para poder 'jogar' bem nestes dois campos: "Tenho um horário definido. De manhã vou treinar, de tarde faço a minha sesta e depois, tipo nove ou dez da noite vou para o estúdio que tenho em casa e começo a criar. Falo da minha família, de coisas que me acontecem no dia a dia. Tudo o que escrevo é baseado em coisas que se passam na minha vida. Não faz sentido falar de coisas que não vivi."
E como é gerir uma carreira que se faz em dois tabuleiros? Com o apoio de todos, incluindo os responsáveis do clube italiano. "No Milan tenho timings. Por vezes queremos fazer algumas atividades e tenho de ver com o manager. Porque se tivemos um fim de semana mau ou se não estou a corresponder dentro de campo, temos de deixar passar esse momento e só fazer algo sobre música quando estivermos numa altura boa."
"Tenho a permissão dos diretores do Milan, que também acharam uma boa ideia e tiveram curiosidade para ver o album que lancei. É muito bom sentir isso, porque tenho uma boa energia à minha volta", rematou.
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