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Site Infobae divulgou conclusões da reunião na clínica onde El Pibe foi operado antes de receber alta
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Numa altura em que prossegue a investigação para apurar os acontecimentos e eventuais culpados pela morte de Diego Maradona, a 25 de novembro, o site Infobae divulgou um documento que pode comprometer o cirurgião Leopoldo Luque e a psiquiatra Agustina Cosachov, que acompanhavam de perto o antigo craque argentino.
O referido documento descreve o que foi discutido numa reunião entre a equipa médica da clínica Olivos, nos arredores de Buenos Aires, as filhas e os dois médicos pessoais de Maradona, Leopoldo Luque e Agustina Cosachov. Reunião essa que decorreu a 5 de novembro, após a cirurgia de urgência a um hematoma na cabeça a que El Pibe foi submetido e antes de receber alta hospitalar.
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De acordo com a declaração - na qual Maradona surge com o nome de Ariel Gómez e com data de nascimento e documento de identificação 'fictício' -, Luque e Cosachov eram médicos de família de Maradona nas respetivas especialidades, algo que ambos terão negado na fase inicial da investigação, tendo assinado como tal o referido documento.
"Tendo em conta o estado geral do paciente (síndrome de abstinência alcoólica e medicamentos sem receita médica), que configura risco para a vida dele e de outros, decide-se iniciar o tratamento com medicamento sedativos parenterais, sob o protocolo de tratamento da síndrome de abstinência", pode ler-se no ponto 1 do documento.
"Todos os presentes entendem os riscos a que o paciente está exposto se não fizer o tratamento necessário e fica claro que, devido às caraterísticas do paciente em particular, há riscos de não se ter sucesso imediato com a administração dos medicamentos indicados e que, por sua vez, estes, mesmo em doses controladas e com monitorização adequada, podem deprimir a consciência e o impulso respiratório levando a que o paciente necessite de suporte ventilatório e assistência nutricional. Eventuais complicações dessas condições também são explicitadas", refere o ponto 2.
Responsabilização
O documento termina com uma espécie de responsabilização aos médicos pessoais e familiares de El Pibe. "Pelo facto de o doente ser internado involuntariamente, as filhas e os médicos de família assumem os riscos (...) e tal ficará registado no seu historial clínico. Não é possível prever quando se poderá controlar o processo de abstinência. Devido às condições atuais da pandemia, fica claro para médicos e familiares que embora tenhamos de ter a presença de familiares e amigos para realizar o processo de reabilitação, o risco de convivência social deve ser sempre reduzido e deve haver o mínimo de pessoas possível no quarto do paciente".
Ao site Infobae, um funcionário judicial considerou que o documento é "brutalmente claro sobre os riscos que Maradona corria". "A clínica está a dizer aos médicos de família que o tratamento pode ser perigoso mesmo com doses controladas, monitorizadas com suporte ventilatório e assistência nutricional. Que a casa não tinha condições para tal", refere a fonte.
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