Para poder usar esta funcionalidade deverá efectuar login.
Caso não esteja registado no site do Record, efectue o seu registo gratuito.
Ao vencer (2-0) o Petrolul no último jogo da temporada
Seguir Autor:
Ao vencer (2-0) o Petrolul no último jogo da temporada, os comandados do português Anthony da Silva (Tony) garantiram a permanência no 1.º escalão do futebol da Roménia.
Admirado no país devido à sua passagem no Cluj como jogador, o português de 43 anos, que levou Rui Machado, João Fernandes e Steven Sanches como adjuntos, que são apelidados dos 'Mosqueteiros Portugueses', chegou à Roménia há pouco mais de um mês com a difícil tarefa de evitar a despromoção do Politehnica Iasi. O objetivo era fazer com que o clube alcançasse os lugares de playoff, mas o português levou uma 'injeção' de confiança e garantiu a permanência de forma direta no último jogo da temporada.
"Sabíamos das dificuldades. Encontrámos um clube resignado e sem esperança, onde as pessoas já tinham dado a despromoção como certa, mas o povo português tem uma energia diferente e nós muitas vezes só nos apercebemos disso quando estamos noutros países. Eu já sou conhecedor desta cultura, pois passei por cá como jogador. Usámos os pontos motivacionais e sentimentais desta gente e o principal foi conseguirmos unir as pessoas do clube a remar, todos, para o mesmo lado, com um só propósito de acreditar enquanto for possível. O clube, não escondo, estava muito dividido, e das primeiras coisas que fiz foi reunir com todo o pessoal e envolver nesta tarefa desde o motorista do autocarro, cozinheiras, técnicos de equipamentos, tratadores da relva, departamento médico e toda a estrutura. Esta tinha que ser uma batalha de todos. Não foi fácil quebrar o estigma de que já tínhamos descido", começou por dizer Tony, que garantiu também que só esta semana vai reunir com os responsáveis do Politehnica Iasi para falar do futuro e perceber o projeto que o clube tem. "Falamos várias vezes na renovação, mas eu sempre disse que só no final falávamos do futuro", sublinhou.
Relativamente ao plantel, o português confirmou que encontrou um grupo "bastante desanimado e desmotivado, mas a nossa abordagem ao jogo em termos mentais foi muito diferente e a aposta foi numa filosofia de treino muito diferente da que estavam habituados. Trouxemos uma lufada de ar fresco e eles acreditaram na mensagem. Foi difícil, não escondo, pois a equipa, apesar de ter bons jogadores, estava muito desequilibrada. Conseguimos arranjar uma estratégia onde as características deles se evidenciaram e acabou por correr bem e logramos a manutenção em que já ninguém acreditava", concluiu o português, garantindo que tem vínculo até ao final do mês com o Politehnica Iasi e que irá resolver a sua situação ainda no decorrer desta semana. "Só já penso em regressar a Portugal e estar perto da minha família e amigos", terminou.
Dez anos depois de entrar na FIFA, pode tornar-se na única seleção europeia a estrear-se nesta edição
Acompanhe todas as incidências do encontro de preparação para o Mundial'2026
Treinador português é um namoro antigo dos spurs
Emblema de Lionel Messi tenta capturar o médio brasileiro do Man. United
Apresentava sinais de embriaguez e terá caído de uma altura considerável
Federação romena garante que o selecionador encontra-se estável
Ex-Sporting foi admoestado aos 70' e 81', mas não recebeu o vermelho; Harry Maguire diz que árbitro deu duas justificações diferentes
Elefantes ganharam por 4-0