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Hoje são mais preparados, dão-lhe atenção necessária a nível clínico para enfrentarem o dia-a-dia e estudam-se mais os jogadores: os perfis de cada um, como reagem, como devem reagir... Na minha época não havia nada disso", frisou o antigo jogador de Real Madrid e Barcelona
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Ronaldo Nazário deu por encerrada a carreira em 2011 e é ainda hoje considerado um dos melhores avançados da história do futebol. Olhando para trás, o 'Fenómeno' percebe agora as pressões a que foi sujeito no grande amor que passou a profissão, assumindo estar a ser acompanhado psicologicamente.
"Cheguei a ter uma depressão, hoje faço terapia. Faço-a há dois anos e meio e percebo muito melhor até o que já havia sentido antes. Eu sou de uma geração em que eras mandando lá para dentro e tinhas de fazer o melhor sem a menor hipótese de reclamação. Olho para trás e vejo que fomos expostos a um stress mental muito muito grande e sem nenhuma preparação para isso. Também porque era o início da era da Internet, com a velocidade a que a informação flui. Nesse período não houve preocupação com a saúde mental dos jogadores. Hoje são mais preparados, dão-lhe atenção necessária a nível clínico para enfrentarem o dia-a-dia e estudam-se mais os jogadores: os perfis de cada um, como reagem, como devem reagir... Na minha época não havia nada disso", frisou o antigo jogador de Real Madrid e Barcelona em declarações ao jornal 'Marca', antecipando o lançamento do documentário 'O Fenómeno', da DAZN, que tê-lo-á como figura principal.
O campeão do Mundo pelo Brasil em 2002 considera essa conquista a mais importante da carreira. "Neste caso, não só pelo triunfo desportivo, mas por todas as coisas. Por me superar uma e outra vez até conseguir chegar lá, com todo o drama que tive nos anos anteriores com as lesões, o drama de 1998 perdendo a final [para a França], depois de uma convulsão... Desportivamente falando, foi maravilhoso, um sucesso total", frisou o antigo internacional brasileiro, de 46 anos.
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