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Jean-Marc Bosman revolucionou o desporto-rei e alterou paradigma dos contratos
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A 15 de dezembro de 1995 o futebol mudou. Nessa data, o Tribunal Europeu da Justiça tomou a decisão que foi denominada ‘Lei Bosman’ e, a partir daí, os futebolistas cidadãos da União Europeia (UE) passaram a poder deixar um clube do espaço comunitário quando terminasse o contrato, rumando a outro emblema da UE a custo zero. E isto foi possível há 25 anos graças a Jean-Marc Bosman. Em 1990, o contrato do belga com o St. Liège chegou ao fim e o clube propôs-lhe uma renovação, mas com um corte de 70% no salário. Ora, o médio tentou ir para o Dunkerque (França), do qual tinha uma proposta, só que o negócio não se consumou porque o Standard exigiu uma verba para deixar sair o jogador (ainda que sem contrato). Então, na maioria dos países europeus - Portugal, Espanha e França eram exceções -, os clubes podiam impedir os jogadores de assinarem por outro emblema, mesmo com contratos expirados. Aí, Bosman desafiou o poder, nomeadamente a UEFA e a FIFA, que tinham definidas quotas para jogadores estrangeiros nas ligas, e foi para tribunal de forma a mudar a lei. O belga não renovou com o Liège, foi suspenso pela federação, chegou a estar no desemprego mas, em 1995, viu ser-lhe dada razão pelo Tribunal Europeu da Justiça.
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