Silvia, Bibiana ou Stéphanie: as mulheres que destroem preconceitos na arbitragem

Arbitragem feminina está em clara evolução e deve estar presente no Mundial do Qatar

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• Foto: Reuters

"Quero dar uma opinião, não como treinador, mas como professor de Educação Física. Num jogo em alta velocidade, a capacidade de acompanhamento de uma mulher não dá para arbitrar! Falo no aspecto biológico, não no aspecto técnico. Ela pode até ser boa tecnicamente, mas não tem estímulo para acompanhar o ritmo de um jogo tão veloz".

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