Para poder usar esta funcionalidade deverá efectuar login.
Caso não esteja registado no site do Record, efectue o seu registo gratuito.
Johnny Espósito falou pela primeira vez da morte do tio
Seguir Autor:
Johnny Espósito, sobrinho de Diego Armando Maradona, falou pela primeira vez da morte do tio. Emocionado, explica que ‘El Pibe’, que morreu a 25 de Novembro passado, já não tinha a mesma vontade de viver.
"No dia 24, ele estava bem, mas já não queria viver. Não deixava que o ajudassem. Não percebo porque não lutou como lutava sempre. Acho que foi porque já não conseguia chutar numa bola", afirmou Johnny, em lágrimas, no canal KZO. Ele que viveu com o tio nos últimos momentos da sua vida.
Relacionadas
"No dia 24 fizemos aquilo que costumávamos fazer sempre. Ver televisão, muitos jogos de futebol, beber mate, e mais nada. Senti que ele não queria mais. Pedi-lhe para irmos à rua, só passear até ao páteo e ele disse que não, já não queria", acrescenta o sobrinho de Maradona.
Johnny revelou até quais foram os últimos jogos de futebol que Maradona viu. "Nesse dia jogaram o River Plate contra o Atlético Paranaense e o Racing com o Flamengo, para a Taça Libertadores. Eu dormia no 1º andar e ele, por comodidade, ficava no rés de chão. À noite, despedi-me dele deviam ser umas 23 horas, e fui dormir. Acordei às 10 da manhã, uma hora depois apareceram os médicos e ele já não reagia. Entrei no quarto e ele estava morto. Acho que ele não sofreu", conta Johnny Espósito.
Internacional português tem cláusula de rescisão de 170 milhões de euros
Neil El Aynaoui vive num bairro onde tem havido muitos assaltos nos últimos anos
Tiago Martins será VAR no Roma-Bolonha, também da Liga Europa
Nicky Butt, antigo jogador dos red devils, defende que o clube "não o pode deixar sair. Custe o que custar"
Adeptos do Valerenga deixaram este domingo mensagem de contestação contra a federação e o emblema de Bodo
Em comunicado, organismo que tutela o futebol europeu diz que AFA rejeitou as três propostas alternativas apresentadas
Antigo jogador do FC Porto foi alvo de mais de 50 queixas entre 2019 e 2023
Valor a pagar ao Jagiellonia pode subir até 2 milhões de euros e também há objetivos de rendimento individual