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“Projeto cínico” pode deixar jogadores dessas equipas proibidas de representar as respetivas seleções
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A superliga europeia foi ontem apresentada já noite dentro como uma ‘bomba’ que promete abalar a estrutura do futebol do Velho Continente: os 12 clubes fundadores – Milan, Juventus e Inter, Arsenal, Chelsea, Liverpool, Man. City, Man. United e Tottenham e Atl. Madrid, Barcelona e Real Madrid–, sob o comando de Florentino Pérez, líder dos merengues, chegaram a acordo para a criação da nova competição fechada, que terá outros três clubes convidados. "Vamos ajudar o futebol a ocupar o lugar que lhe corresponde no Mundo. É o único desporto global e a nossa responsabilidade como grandes clubes é responder ao desejo dos adeptos", referiu Pérez, em comunicado, ‘reforçado’ por Joel Glazer, presidente do Man. United. "Ao reunir os melhores clubes e jogadores do Mundo, a superliga abrirá um novo capítulo no futebol europeu, assegurando uma competição de primeiro nível e um maior apoio financeiro para a pirâmide do futebol em geral", frisou. Andrea Agnelli, líder da Juventus e da Associação de Clubes Europeus (ECA), prestou o seu apoio. "Juntámo-nos num momento crítico para permitir que o desporto que amamos seja sustentável no futuro e dar aos adeptos um sonho e jogos de máxima qualidade para que alimentem a sua paixão", resumiu o dirigente bianconeri. Porém, a própria ECA havia emitido um comunicado a reassegurar o "compromisso com a UEFA e que a superliga teria forte oposição". Ao fim da noite, Agnelli demitiu-se do organismo.
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