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Um dos funcionários da agência funerária já veio revelar que está a sofrer ameaças de morte
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As autoridades argentinas já identificaram as três pessoas que estiveram presentes no momento em que a foto de Maradona no caixão foi tirada, o que aconteceu antes da partida do carro funerário para o palácio presidencial onde decorreu o velório, e posterimento divulgada. Sabe-se agora que foram apreendidos três telemóveis, um computador portátil, uma pen e várias peças de roupa. As buscas decorreram numa casa particular, numa garagem e no local onde foi fotogrado o corpo de El Pibe.
O funcionário da funerária que tirou fotografias ao caixão de Diego Maradona tem sofrido ameaças. “Dizem que vão matar-me, que partem o carro, ameaçam os meus filhos e não sou esse tipo de pessoa. A foto não foi tirada do meu telemóvel, mas sim de outro, isso é o pior de tudo. Nunca pensei que iriam publicá-la”, disse Claudio Fernández.
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Fernández acrescentou que foi despedido da agência funerária mal as fotos se tornaram públicas. "O Maradona era um ídolo para todos. Meu e de toda a gente. O que fiz não foi intencional, nem da minha parte nem do meu filho. Chamaram-me da empresa, acusaram-me por algo que não fiz. Mas a empresa não tem culpa. Se virem bem a foto, chamaram-me e eu apenas levantei a cabeça, estava a acomodá-lo. O meu filho levantou o polegar. Nada mais, foi instantâneo. O que eu mais queria era deixá-lo [a Maradona] como um ídolo, para que todos pudessem despedir-se dele."
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