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Centenas de pessoas prestaram sábado a última homenagem a Emiliano Sala no funeral do ex-jogador que teve lugar na sua terra natal, Progreso
Centenas de pessoas prestaram sábado a última homenagem a Emiliano Sala no funeral do ex-jogador que teve lugar na sua terra natal, Progreso. Familiares e muitos amigos marcaram presença no ginásio do San Martín - clube onde Sala começou a jogar com 10 anos -, que se transformou numa capela improvisada e que ficou repleta de flores, algumas enviadas por clubes de futebol bem como pela Federação Argentina.
"É difícil ver o seu caixão", disse o presidente de Progreso, Julio Muller, que lembrou Sala "como um menino perfeito e que era admirado por todos".
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Quem também marcou presença no enterro foram Neill Warnock, treinador do Cardiff, e Ken Choo, CEO do clube da Premier League. O técnico, de 70 anos, lembrou o que Sala lhe havia dito dias antes de chegar ao Cardiff.
"Não se pode perceber como a família se sente pois mortes como esta são estranhas. Ele disse-me: ‘Vou dar-te muitos golos, vou ser peça-chave na equipa’, e eu respondi que acreditava nisso. Tinha um coração enorme e não conheço uma pessoa que diga mal dele. Ficará na memória", frisou
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