Para poder usar esta funcionalidade deverá efectuar login.
Caso não esteja registado no site do Record, efectue o seu registo gratuito.
Dois clubes angolanos integram grupo D da prova juntamente com os marroquinos do Wydad de Casablanca e os egípcios do Zamalek
Seguir Autor:
O treinador do Sagrada Esperança, Roque Sapiri, manifestou-se esta terça-feira "nervoso" por defrontar o Petro de Luanda, orientado pelo português Alexandre Santos, no grupo D da Liga dos Campeões africana de futebol, ditou o sorteio.
"Fiquei um pouquinho nervoso por ter calhado com o Petro no mesmo grupo, embora não seja pela rivalidade", disse.
Quanto ao Wydad de Casablanca, de Marrocos, e o Zamalek, do Egito, outros adversários, disse que as equipas angolanas não devem temer.
"Nós e o Petro temos que fazer um jogo muito forte, temos que nos salvaguardar, sem temer os adversários, pois só assim podemos ter chance de seguir em frente. Sei que algum dia seremos grandes a nível do continente africano. Posso garantir que vamos jogar a um bom nível. Temos jogadores capazes para jogar de igual para igual com cada adversário do nosso grupo", finalizou.
Já o presidente do Petro de Luanda, Tomás Faria, disse tratar-se do sorteio possível.
"Voltámos a calhar novamente com o Wydad. É o sorteio possível. Vamos procurar formas para que se consiga o nosso objetivo, que é passar à fase seguinte. Temos que nos impor agora", disse.
O primeiro confronto entre as duas equipas angolanas vai acontecer à terceira jornada, a 25 ou 26 de fevereiro de 2022, no terreno do Sagrada Esperança, que, na ronda seguinte, visita o Petro de Luanda, em 11 ou 12 de março.
Equipa francesa não vence há 9 jogos
Clube blanco está a 6 pontos do Barcelona e, no final deste sábado, pode ficar a 9
Hammers bateram Wolverhampton por 4-0 e atiraram Tottenham para a zona de descida
Treinador do Arsenal gostou da atitude da equipa
Antigo internacional italiano ainda não acredita no que aconteceu
Empate do FC Porto frente ao Nottingham vale 0,2 pontos
Paulo Sérgio recorda peripécias da carreira
Viúva do internacional português relatou, na primeira pessoa, o que aconteceu na noite da tragédia