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Médio do Al-Ettifaq, que apoiou a causa LGBT em Inglaterra, foi criticado por ter ido para um país onde a homossexualidade é ilegal
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Jordan Henderson, reforço do Al-Ettifaq neste mercado de transferências, foi muito criticado em Inglaterra por ter ido para um país onde a homossexualidade é ilegal e punível com pena de morte. O antigo médio do Liverpool, refira-se, apoiou a causa LGBT em Inglaterra, tendo usado atacadores e uma braçadeira arco-íris por diversas vezes.
"Compreendo a frustração. Compreendo a raiva. A minha intenção nunca foi magoar ninguém. Não excluo a hipótese de usar atacadores arco-íris, mas, ao mesmo tempo, o que eu não faria era desrespeitar a religião e a cultura da Arábia Saudita. Se estamos todos a dizer que toda a gente pode ser quem quiser e que toda a gente é inclusiva, então temos de respeitar. Ao fazer algo assim, se isso desrespeitar a religião, não o vou fazer, mas se surgir a oportunidade de o fazer e isso não acontecer, então sim, porque são esses os meus valores", explicou em declarações ao ‘The Athletic’.
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Em relação à mudança para a Arábia Saudita, Henderson garantiu que não foi motivada por dinheiro e que os rumores sobre o salário foram falsos - a imprensa inglesa dava conta de que ganharia 800 mil euros por semana: "As pessoas podem acreditar em mim ou não, mas na minha vida e na minha carreira o dinheiro nunca foi uma motivação. Nunca. Sinceramente, os números não são verdadeiros. Não estou a dizer que não estou a ganhar bem, porque é um bom dinheiro e foi um bom negócio, mas não foram os números que foram divulgados".
Sem espaço em Inglaterra, Henderson desejava sentir-se útil e ter um desafio diferente na carreira: "Queria algo que me entusiasmasse. Tinha de sentir que podia acrescentar valor, fazer e experimentar algo novo. É bom sentirmo-nos desejados. Sei que o clube queria muito que eu fosse e queria que tentássemos construir, nos próximos anos, algo que veio para ficar e ser uma das melhores ligas do mundo".
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