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Treinador do Al Nassr disse que na batalha em Al Shabab alguém tinha de morrer, mas não os seus
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Segundo jogo, primeira derrota, esta diante do Al Nassr: o 3-2 final não era a soma que o Vítor Pereira, técnico do Al Shabab, queria, não a aceitou pela forma como, vincou, a sua equipa tentou desmontar a de Luís Castro, compatriota a quem respondeu, após este ter vincado que na batalha que foi disputar no reduto dos leões brancos, alguém teria de sair... morto.
"Eu, morto? Nunca estive tão vivo [risos]! O Luís é um bom amigo, um grandíssimo treinador, desejo-lhe a ele e aos treinadores portugueses o melhor possível. Mas na hora da competição estamos cada um do seu lado, lutamos pelas nossas equipas. Hoje foi ele quem saiu vitorioso, já houve jogos em que fui eu quem saiu vitorioso... Só lamento o resultado, porque o que a minha equipa fez hoje, deixa-me satisfeito", explicou aos jornalistas na sala de imprensa.
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Elogiou, depois, a exibição de algumas das suas estrelas: "Estou muito satisfeito com o trabalho deles [Rakitic, Yannick Carrasco, Cuellar]. O compromisso é de toda a gente, sinto de facto a equipa unida e alinhada com as ideias. O resultado foi este, mas acredito que se continuarmos a jogar assim vamos ganhar jogos e subir na tabela."
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