O Avro RJ85, que transportava a equipa de futebol da Chapecoense entre Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia, e Medellín, na Colômbia, e acabou, ao despenhar-se, por conduzir à morte 71 pessoas, voava com o combustível no limite e excesso de peso, comunicou esta segunda-feira a Aeronáutica Civil da Colômbia, numa informação preliminar à imprensa.
Aliás, o piloto e o co-piloto da aeronave estavam conscientes dos problemas, como demonstram as gravações das conversas mantidas na cabina, durante o voo. Ambos analisaram, inclusive, a possibilidade de fazerem uma escala em Letícia ou em Bogotá, "porque o combustível encontrava-se no limite", detalhou o secretário de Segurança Aérea e Aerocivil, Fredy Bonilla.
"Eles estavam conscientes de que o combustível que tinham não era o adequado nem era suficiente", revelou o funcionário em conferência de imprensa, acrescentando que também o peso transportado não era o permitido: "Continha um peso superior ao permitido nos manuais".
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