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Na madrugada de quinta-feira, Jorge Jesus pode conquistar o quinto título ao serviço do Flamengo, a Recopa Sul-Americana, o equivalente à Supertaça europeia. O técnico não podia fazer um balanço mais positivo destes primeiros nove meses no Brasil.
"Sinto-me bem. Isto no futebol não podes viver sentindo que será sempre assim. Muda de semana para semana, vivemos em função dos resultados. Mas o Flamengo tem feito nove meses fantásticos. Nem eu esperava tantos êxitos em tão pouco tempo. Mas isso também é derivado à estrutura deste clube. Como pensaram em tudo, até na minha contratação. Pelos jogadores que tenho e o que eles acreditam no nosso trabalho. Acreditam cegamente em nós e isso torna as coisas mais fáceis para o treinador. Os jogadores são espetaculares, nunca encontrei um grupo tão meu amigo", explicou o técnico, à Sport TV.
Do outro lado do Atlântico, Jorge Jesus sente-se um embaixador de Portugal, principalmente na hora das conquistas. "São para Portugal, o meu país, é o meu orgulho. Quando ganho um troféu no Flamengo, não olho para isso de forma individualizada. Não é Flamengo e Jorge Jesus. Faço parte de um país que tem demonstrado nas varias áreas a nossa capacidade de trabalho. Somos um país super inteligente, como poucos e isso satisfaz-me de certa forma. Demonstrar isto, num país como o Brasil, com raízes culturais muito fortes com Portugal. Tive oportunidade de constatar essa riqueza cultural entre o Brasil e Portugal. Até o carnaval tem coisas a ver com Portugal. Há uma relação muito grande. Estou satisfeito pelo trabalho que temos desenvolvido", analisou.
Muitas vezes criticado por algumas das declarações que profere, Jorge Jesus sente-se um pouco incompreendido.
"Quando falei que estávamos noutro patamar, era de objetivos. Não era que somos melhores que o Grémio ou que o Vasco da Gama. O Flamengo está noutro patamar de decisões. Fui contestado porque não perceberam o que queria dizer. Estamos numa decisão, já estivemos noutra e só o Flamengo é que está a fazer isto", concluiu.
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