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Marcos Braz, vice-presidente do Flamengo e o maior responsável pela contratação de Jorge Jesus, garante que vai ser o português a decidir o seu futuro.
"Jorge Jesus tem contrato até o final de maio. Temos uma janela onde podemos mandá-lo embora ou ele pedir para ir embora. De certeza, o Flamengo não fará isso. Até pela relação que temos com o Jesus, tudo será conduzido de uma maneira tranquila e saudável. Ele vai fazer da maneira que achar que deve", explicou o dirigente ao Globoesporte.
Marcos Braz contou ainda como tudo aconteceu na contratação do português.
"Tenho nacionalidade portuguesa e já conhecia o trabalho do Jorge Jesus. Ainda durante o Campeonato Carioca, um ex-jogador falou-me dele. Estava com o Pelaipe (gerente de futebol do Flamengo) no carro mas nessa altura descartámos. Falámos que teríamos o Campeonato Estadual para decidir, que não íamos trocar o Abel. Nesse momento conversei com o Pelaipe sobre o Jorge Jesus, do que ele fez no Benfica mas nada além disso. No entanto, quando soubemos que ele ia ver o jogo contra o Atlético-MG, pensei: «Poxa, será que ele quer mesmo vir para o Brasil?». Contactei com uma pessoa e pedi uma reunião para conhecê-lo, avisei o Bruno (Spindel) e conversámos. Dois dias depois, tivemos a surpresa do pedido de demissão do Abel. Como estávamos na Europa, intensificámos as coisas. O Rodolfo Landim (presidente do Flamengo) viajou para a final da Champions e a coisa aconteceu", contou o vice-presidente do Flamengo.
Marcos Braz explica ainda as dificuldades do início de Jorge Jesus no Mengão e como a direção se manteve firme na escolha.
"A direção teve mérito. Mal ele chegou fomos muito questionados pela maneira intensa dos treinos, pela eliminação na Copa do Brasil e também pela derrota com o Emelec, mas a coisa foi acontecendo. E o resultado todos estão a ver", congratulou-se Marcos Braz.
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